Classificação Científica
Nome Científico
Xema sabini(Sabine, 1819)Nome em Inglês
Sabine's Gull
Gaivota-de-sabine
A gaivota-de-sabine (Xema sabini) também conhecida de alcatraz-de-cabeça preta é uma pequena gaivota do ártico, incomum e distinta que voa em latitudes elevadas, mas no invernos aproxima-se dos trópicos.
Embora a maioria das gaivotas-de-sabine migrarem ao longo das costas ou no mar, alguns migram diretamente de norte a sul, do outro lado da América do Norte.
Nome Científico
Seu nome científico significa: de Xema = nome substantivo dado por Leach, (1819) para uma gaivota específica (provavelmente cunhado ao acaso sem qualquer derivação); e de sabine = homenagem ao general inglês, e presidente da Royal Society, Sir Edward Sabine (1783-1883). ⇒ Gaivota de Sabini.
Características
É parecida com a gaivota-pequena (Larus minutus), distinguindo-se pelo padrão das asas e pela cauda ligeiramente bifurcada. Ambos os sexos possuem 34 cm, pesando em torno de 213 g.
gaivota-de-sabine adulto
gaivota-de-sabine jovem
Subespécies
Apresenta quatro subespécies:
Xema sabini sabini (J. Sabine, 1819) - ocorre do norte do Canada até a Groelândia; no inverno atinge o sudoeste da África e o noroeste da América do Sul;
Xema sabini palaearctica (Stegman, 1934) - ocorre do leste de Spitsbergen até a Península de Taymyr e o Delta do Rio Lena;
Xema sabini tschuktschorum (Portenko, 1939) - ocorre na Rússia, na Península de Chukotsk;
Xema sabini woznesenskii (Portenko, 1939) - ocorre do noroeste da Sibéria até o Alaska.
(Clements checklist, 2014).
Alimentação
Alimenta-se principalmente de peixes
gaivota-de-sabine se alimentando
Reprodução
Ninho com 1 a 4 avos.
Descrição do ovo: Levemente pontiagudo. Coloração: azeitona verde mais escuro com marrom-esverdeada e marcações irregulares.
Casal de gaivota-de-sabine
Ninho de gaivota-de-sabine
Ovo de gaivota-de-sabine
Hábitos
Costuma formar bandos grandes e roubar comida de outras gaivotas.
Distribuição Geográfica
Esta espécie nidifica nas regiões árcticas (Spitsbergen, Sibéria, Canadá e Alasca) e passa o inverno nos mares do sul, ao largo da África austral. Ocorre ao largo da costa portuguesa durante os períodos de passagem migratória.

Ocorrências registradas no WikiAves
Referências
Consulta bibliográfica sobre as subespécies:
CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.
ITIS - Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
-
del Hoyo, J.; et al., (2014). Handbook of the Birds of the World Alive. Lynx Edicions, Barcelona.
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